Cardápio - E porque hoje merecemos beber um bom vinho!

Cardápio - E porque hoje merecemos beber um bom vinho! - Máfia da Cova: "Para não variar muito, a aposta da semana vai para mais um tinto alentejano:

ESPORÃO RESERVA TINTO (2000)- P.V.P Aprox.:17 €




Caracterização:
Esporão D.O.C. Reserva 2000 foi criado através da vinificação em estreme das castas Trincadeira, Aragonês e Cabernet Sauvignon. Revela um aroma de fruta madura bem integrado com carvalho americano. O sabor é intenso e profundo com taninos robustos, encorpado e com uma estrutura que lhegarante uma boa evuloção na garrafa. Para preservar a qualidade deste grande vinho, resolvemos não o estabilizar a frio. Não será de estranhar que algum depósito venha a ser com a idade, encontrado no fundo da garrafa. Graça Morais, pi"


retirado da máfia da cova, é um excelente vinho!


marulhos: instante inverso



lamento-me
peno-me
traio-me
sem que o consolo chegue
sequer
a respirar-me
em vida.

e hoje
hoje
foi um
outro dia
de instantes
inversos
em que o amor
vestido de enganos
bordados a nada
me disse

adeus.

nana

marulhos

" metade da minha alma é feita de maresia "


retirado de marulhos, obrigada nana!

Nas Faldas da Serra: ENCONTRO COM A COLECÇÃO DE MANUEL DE BRITO NO CENTRO DE ARTE DO PALÁCIO ANJOS



ENCONTRO COM A COLECÇÃO DE MANUEL DE BRITO NO CENTRO DE ARTE DO PALÁCIO ANJOS

Um ano após o seu falecimento, a notável colecção de arte de Manuel de Brito ficou instalada em Algés, no Palácio Anjos, que após obras de remodelação reabriu em Novembro de 2004, agora com a designação de Centro de Arte- Colecção de Manuel de Brito, reunindo a maior parte do espólio que o fundador da Galeria 111 foi reunindo ao longo de muitas décadas. No próximo fim-de-semana, aquela instituição promove novos encontros com a Colecção de Arte de Manuel de Brito, sábado e domingo, 24 e 25 de Março, belíssima oportunidade para visitar e conhecer aquele museu.

Estaremos assim de volta para mais um encontro sobre uma parte importante do nosso património artistico, muitas vezes deplorado e ignorado. Alguns nossos amigos defendem que é urgente e imperioso divulgar a Colecção Manuel de Brito, reclamando que a Câmara Municipal de Oeiras não o tem feito suficientemente, crítica extensiva à Junta de Freguesia de Algés...

O museu presentemente instalado no Palácio Anjos sob a designação Centro de Arte- Colecção Manuel de Brito, alberga esta colecção de 150 obras de alguns dos artistas portugueses mais importantes do sec. XX. É até muito curioso que estando esta colecção avaliada em 18 milhões de euros, este museu não tenha website nem sequer número de telefone!
A Colecção de Manuel de Brito inclui obras de importantes artistas de representação visual como Almada Negreiros, Mário Eloy, Mário Cesariny, Vieira da Silva, Ângelo de Sousa, Julião Sarmento, Pedro Cabrita Reis, Júlio Pomar, Paula Rego, Graça Morais e Amadeo de Souza-Cardoso , entre muitos outros, muitos deles lançados pelo próprio Manuel de Brito e pela sua histórica Galeria 111.
Termino esta postagem fazendo novamente eco das preocupações dos meus amigos que me transmitiram esta notícia: divulguemos aquela exposição e não nos esqueçamos de a visitar Está em Algés, no Centro de Arte- Colecção de Manuel de Brito, e para quem não conhece, basta lá chegar e perguntar onde fica o Palácio Anjos, que aqui podemos adiantar ficar mesmo junto à Biblioteca Municipal do Parque Anjos, em Algés. É de ir!

texto retirado de Nas Faldas da Serra

Pinturas de Graça Morais ficam na Biblioteca até dia 20


“Silêncios” incluiu 27 obras da artista transmontana

Porque são imagens feitas em silêncio; porque são imagens que falam para dentro; porque são imagens que convidam à reflexão. Eis as razões porque se intitula “Silêncios” o conjunto de 27 obras, pinturas e desenhos, que a mais conhecida das pintoras transmontanas, Graça Morais, tem expostas, desde a sexta-feira da semana passada na Biblioteca Municipal de Chaves. A mostra de Graça Morais é a primeira de três exposições de artistas de renome nacional (Álvaro Siza Vieira e José Rodrigues, serão os próximos), previstas para este ano no âmbito da política cultural da Câmara. No dia da inauguração, a pintora falou precisamente na importância do silêncio “num mundo com tanto barulho”. “Até mesmo no campo é difícil conseguir um ambiente em silêncio”, disse, ao Semanário TRANSMONTANO, Graça Morais, lembrando que o silêncio convida à “reflexão” e ao “pensamento”, ao contrário da cultura dos centros comerciais, onde “ninguém pensa, e somos impelidos a compras aceleradas”. Esta é a primeira exposição de Graça Morais em Chaves, uma cidade que diz muito à artista. “Gosto imenso de Chaves. O meu primeiro marido era de Chaves e passei cá muitos natais”, referiu. O local da exposição também é do agrado da pintora. “São locais de grande frequência e onde se pode conjugar a pintura com a literatura”. A mostra via estar patente ao público até ao próximo dia 20. Quem é Graças Morais? Natural da localidade de Vieiro, em Vila Flor, no distrito de Bragança, Graça Morais é licenciada em pintura pela Escola de Belas Artes do Porto. A sua obra, onde prevalecem rostos e figuras, está marcadamente ligada às suas raízes e à cultura transmontana. Além de uma série de exposições individuais por vários pontos do país, já expôs em galerias de países como Nova Iorque, Itália, Brasil e Espanha. E os seus desenhos ilustram escritores como José Saramago ou Sophia de Mello Breyner Andresen, entre outros. As suas pinturas estão ainda presentes numa série de painéis de azulejos em vários locais do país e, inclusivamente, numa estação de metropolitano em Moscovo, na Rússia.

texto retirado do Semanário Transmontano